Voo cancelado: o que fazer nessas situações?

Infelizmente, no Brasil ainda é tão comum ter problemas no transporte aéreo, que certas pessoas acham normal ter um voo cancelado. Mas essa situação é muito chata e cansativa, além de nos fazer faltar compromissos, o que pode significar perder dinheiro, ai a coisa fica mais séria, não é mesmo?

Para evitar sair no prejuízo, é preciso conhecer seus direitos e saber como acioná-los quando necessário. Afinal, algumas empresas são costumeiras em desrespeitar as leis e os consumidores de seus serviços. Então, veja agora o que você pode receber e o que precisa fazer em caso de voo cancelado. Confira!

Quais são os direitos dos passageiros?

Desde 2010, as companhias aéreas precisam seguir algumas regras em relação às situações de cancelamento, uma das queixas mais comuns entre os clientes. Primeiro, elas precisam avisar quando o voo está atrasado, por qual motivo e a previsão de partida, para que as pessoas possam se organizar.

Se o atraso for maior que uma hora, a empresa precisa providenciar internet e telefone para os passageiros. Mais de duas horas, é necessário oferecer voucher para refeições de qualidade. Já se o atraso for superior a 4 horas, deve oferecer transporte de volta para casa ou, se preciso, disponibilizar acomodação em um local adequado. Também, ela é obrigada a tentar embarcar os passageiros em outros voos da mesma ou de outras empresas.

Existe outra opção de ressarcimento?

A pessoa não é obrigada a aceitar a proposta da companhia aérea, se ela não desejar ficar em um hotel ou viajar em outra empresa, é possível pedir a devolução do valor pago pela passagem com a taxa de embarque. Isso é possível tanto em cancelamentos de voo como em atrasos maiores que 4 horas. A lei manda que as companhias aéreas arquem com os prejuízos provocados pelo atraso ou voo cancelado, independentemente do motivo, mesmo que seja por mudanças climáticas.

Contudo, deve-se ficar atenta porque essa é o que determina a legislação brasileira, então, se você estiver em outro país o procedimento pode ser outro. Em locais como Europa e Estados Unidos, se um problema climático impedir um voo, é o passageiro quem deve assumir os gastos com alimentação e hospedagem.

O que fazer em caso de voo cancelado?

O primeiro passo é registrar todas as informações relacionadas ao voo e o cancelamento. Por isso, guarde as passagens, depois, fotografe o painel anunciando o voo cancelado ou atrasado. Se você não receber alimentação, faça suas refeições e mantenha todos as notas fiscais das suas despesas, assim como algum comprovante do que a empresa oferecer.

Você terá algumas opções:

  • reembolso integral;
  • remarcação do voo;
  • embarque em outro voo;
  • hospedagem ou transporte;
  • viajar por outro transporte, quando for próximo do aeroporto de destino.

Caso seu voo seja cancelado, solicite auxílio de um atendente da companhia aérea e se ele se negar, peça para chamar o supervisor. Ele deve apresentar as soluções disponíveis, se elas não forem convenientes para você, exija outra melhor. Seja educada, mas firme, as empresas costumam negar os primeiros pedidos. Se mesmo assim seu problema não for resolvido, entre em contato com a justiça ou com uma consultoria especializada em problemas com companhias aéreas.

Fique atenta! Se você teve um voo cancelado, guarde todos os comprovantes e tire fotos do que for importante. Corra atrás dos seus direitos, isso é mais fácil e seguro do que você imagina e significa muito para que esses erros não continuem acontecendo. Afinal, passagens aéreas no Brasil não são muito baratas e os passageiros devem ser respeitados.

Se você também teve alguma situação ruim com um cancelamento de voo, deixe seu comentário e compartilhe sua experiência conosco!


Saúde da mulher: 5 exames de rotina fundamentais

saude da mulher no ginecologista

Para manter a saúde da mulher em dia, a mesma precisa visitar o médico para fazer check-ups anuais ou, caso faça algum tratamento hormonal, a cada seis meses. Esses exames podem acusar o câncer de colo de útero, de mama, alterações hormonais, irregularidades menstruais, entre outras doenças perigosas.

Além disso, se forem percebidos certas alterações no corpo, é ideal buscar auxílio médico quanto antes. É o caso de lesões vaginais, anais, sangramento intenso ou fortes dores abdominais, por exemplo. De qualquer forma, mesmo sem sintomas, é importante se prevenir.

Por isso, fizemos uma lista com alguns dos exames de rotina essenciais para a saúde da mulher. Confira!

1. Papanicolau

Deve ser feito a partir dos 18 anos, para antecipar um possível câncer cervical. Ele faz uma verificação do colo do útero e recolhe muco cervical para uma análise. Isso vai apontar se existem infecções por bactérias, fungos ou vírus, como o HPV, causador do câncer do colo de útero. Ainda, ele busca a presença de verrugas, lesões e escoriações que podem causar inflamação do canal vaginal.

2. Mamografia

Indicado para mulheres acima de 40 anos, que devem fazer, pelo menos, um exame por ano. Contudo, se houver histórico familiar de câncer de mama, indicação clínica ou alto risco, deve passar a ser feito a partir dos 35 ou antes. Ele verifica as mamas por meio de raio-X e não apresenta dores ou efeitos colaterais. Se existir suspeitas, o médico pode pedir uma biópsia ou outros exames mais específicos.

3. Toque Vaginal

Avalia a vagina, além do corpo e o colo do útero, trompas e ovários. Para ser realizado, a paciente deita-se na maca, na chamada posição ginecológica, com as pernas abertas. Então, o médico insere dois dedos na vagina, enquanto põe a mão sobre o abdômen para sentir o colo do útero. Ele visa o diagnóstico de cistos, endometriose, miomas, doença inflamatória pélvica, infecções e alteração no volume dos ovários, dentre outros diagnósticos.

4. Ultrassom transvaginal

Indicado para a detecção de miomas, cistos, tumores, além do câncer de endométrio e ovário. Consiste em uma ultrassonografia feita no interior da vagina, por meio de um pequeno bastão que emite ondas e possibilita a visualização em vídeo. Recomenda-se que seja feito a partir dos 40 anos ou sob conselho médico, por conta de algum sinal de risco.

5. Ultrassom pélvico

Realizado com a bexiga cheia e o aparelho acima do abdômen. É indicado para avaliar problemas na bexiga, ovários e úteros, além de verificar a posição de DIUs. Ele é importante para identificar doenças como: incontinência urinária; miomas; polipos e sangramentos no útero; endometriose; cistos no ovário; tumores, além de problemas menstruais e certos tipos de infertilidade.

Com tantos exames voltados para a saúde da mulher, não existem desculpas para não se prevenir. A maioria deles são simples e podem ser feitos em clínicas populares, que conseguem fornecer serviço de qualidade para a maioria da população. Por isso, fique atenta e marque o seu check-up na agenda para não deixar de fazer. Se cuide!

Se você tem dúvidas ou deseja dividir sua opinião sobre a saúde da mulher, deixe seus comentários e participe da conversa.


5 mulheres empreendedoras brasileiras de sucesso

Empreender no Brasil não é uma tarefa fácil. Quando se é mulher, as coisas ficam ainda mais difícil, afinal é preciso vencer outras barreiras, principalmente o preconceito e o machismo que ainda estão presentes na nossa sociedade.

Falta de estímulo, de tempo (devido ao acúmulo de tarefas domésticas) e até de confiança são alguns dos obstáculos que as mulheres empreendedoras precisam vencer. Mas, apesar disso, temos na nossa história nomes de destaque e que com certeza servem de inspiração para você que sonha começar o seu negócio ou fazê-lo crescer. Confira!

  1. Luiza Trajano

Quem não conhece o Magazine Luiza? Uma das maiores lojas varejistas do país, tem por trás do seu crescimento a força de várias mulheres empreendedoras em uma mesma família.

A loja foi criada pela tia de Luiza, que também tinha o mesmo nome, como um pequeno magazine no interior de São Paulo. Porém, foi a visão para os negócios da sobrinha, junto das lições que aprendeu com a tia vendedora, que transformaram a marca no que é hoje.

Luíza começou a trabalhar com 12 anos na loja da família, buscando um extra para comprar os presentes de Natal para quem ela gostava. Desde então, sua paixão pelo comércio apenas cresceu, junto com a visão empreendedora.

  1. Cleusa Maria

A história da dona da Sodiê Doces (que começou como Sensações Doces) mostra que o espírito empreendedor sempre deve estar atrelado ao olhar atento para conseguir perceber uma oportunidade.

Cleusa começou a trabalhar ainda na infância como bóia-fria no interior do Paraná. Depois de alguns anos ela se mudou para a cidade de Salto, no interior paulista, onde passou a trabalhar como doméstica.

Foi nesse emprego que ela começou a fazer seus primeiros bolos, aprendendo alguns truques de confeitaria. Percebendo uma oportunidade de negócio, Cleusa abriu sua primeira loja de bolos no mesmo bairro em que morava.

As suas delícias passaram a atrair um público cada vez maior e assim ela resolveu franquear a ideia que até 2017 contava com mais de 265 lojas por todo o país. Um exemplo para inúmeras mulheres empreendedoras.

  1. Zica Assis e Leila Veliz

Duas mulheres empreendedoras que não desistiram do sonho apesar de todas as dificuldades. Há mais de 2 décadas nascia o Beleza Natural – primeiro instituto destinado apenas aos cabelos crespos, cacheados e ondulados do Brasil.

A ideia nasceu com alguns experimentos de Zica Assis que buscava uma fórmula para trazer mais balanço aos seus cachos bem rebeldes. Depois de muitos testes, finalmente ela conseguiu encontrar uma que realmente funcionasse.

Apesar de existirem grandes chances de a ideia dar errado, Zica conseguiu convencer o marido a vender o carro e, junto de outros sócios, como Leila Veliz, nascia o primeiro salão da franquia Beleza Natural.

Hoje, a ideia se expandiu até para os Estados Unidos e o nome das duas mulheres empreendedoras já esteve até mesmo na lista da Forbes entre as 10 mulheres mais poderosas do Brasil.

  1. Eliana

Eliana é um nome e um rosto conhecido de muitas pessoas. Porém, nem todo mundo sabe que apresentadora de TV também é uma empreendedora de sucesso.

Ela começou a trabalhar cedo, aos 8 anos já estrelava os primeiros comerciais. Aos 18 se tornou apresentadora infantil e foi esse contato mais próximo com o universo das crianças que despertou em Eliana a ideia de empreender, com inúmeros discos, produtos licenciados e até um filme.

Mais adulta, ela resolveu mudar de público, porém continuou atuando no mundo dos negócios e hoje conta com mais de 180 produtos licenciados no setor de beleza e moda, além de ser proprietária da Editora Master Books, especializada em biografia e arte. Em 2012, Eliana lançou um portal de notícias com foco no público feminino.

  1. Sônia Hess

A história da Dudalina, uma das marcas de camisaria mais famosas do país, começou com Seu Duda e Dona Lina (pais de Sônia) e uma viagem de compras à São Paulo. Por um descuido, Seu Duda acabou comprando mais do que o necessário de um tipo de tecido para abastecer a pequena venda da família.

Dona Lina, então, resolveu descosturar uma das camisas da sua loja e descobrir como ela era produzida, encontrando uma maneira de aproveitar o excesso de tecido. Com o auxilio de mais duas costureiras, nascia a Dudalina que foi levada ao sucesso pelas mãos de Sônia.

Apesar de vir de uma família de 11 irmãos homens, Sônia foi quem ficou a frente do negócio dos pais e ao assumir a presidência conseguiu transformar a marca em uma das maiores exportadoras do país!

Como você viu, apesar das dificuldades, existem muitos exemplos de mulheres empreendedoras. Gostou deste conteúdo? Aproveite e compartilhe este post nas suas redes sociais para inspirar outras mulheres a darem o start nos seus negócios!


Empreendedorismo feminino: ideias e casos de sucesso

O empreendedorismo feminino está aos poucos alcançando o status que merece. Afinal, as mulheres são responsáveis por quase metade dos negócios abertos no Brasil.

Para muitas, essa é uma maneira de ter independência financeira, mas também, uma forma de empoderamento, em um ambiente ainda machista e que impõe grandes desafios para as empresárias.

Veremos agora a situação atual do empreendedorismo feminino e quais os principais obstáculos a serem vencidos. Confira!

Representatividade do empreendedorismo feminino

Segundo uma pesquisa do Serasa Experian, são 5 milhões de empresárias ou 43% do total. Contudo, nas grandes corporações, o percentual de sócias cai para 0,2%. O que revela que os altos escalões são, em grande número, reservado para os homens.

 

Logo, a principal faixa de atuação das mulheres está entre as microempreendedoras individuais (MEI) e as micro e pequenas empresas. Mesmo assim, essa participação não para de aumentar e está mais igualitária, mas é preciso muita coragem e determinação para superar as dificuldades.

Referências de empreendedoras no Brasil

Em nosso país, temos muitos exemplos de mulheres de sucesso, que conseguiram realizar seus objetivos e levar suas empresas aos altos patamares do mundo corporativo.

 

Veremos algumas dessas empreendedoras que são exemplos no Brasil.

Luiza Helena Trajano

Na década de 1990, Luiza assumiu a presidência do negócio fundado por seus tios e tratou da ampliação das lojas e do crescimento da marca. Ela criou a rede Magazine Luiza, que conta com mais de 700 lojas em 16 estados e que foi pioneira no e-commerce brasileiro.

Luiza-Helena-Trajano

Reconhecida no mundo dos negócios, ela apareceu no top 3 da lista de empreendedoras mais poderosas do Brasil, feita pela revista Forbes. Dona de uma fortuna de cerca de R$ 1 bilhão, é grande defensora da posição feminina em cargos de liderança.

Sarah e Julinha Lazaretti

As irmãs criaram, em 1993, a empresa Alergoshop, especial para quem sofre com alergias. Julinha fazia mestrado nessa área, enquanto Sarah tentava encontrar produtos que resolvessem os problemas alérgicos de sua filha, assim, perceberam juntas um espaço para empreender.

sarah e julinha larazetti

Elas foram pioneiras no setor e hoje a empresa é referência na área médica, contando com cerca de 280 produtos, em várias lojas e pontos de venda no formato de franquia, além da loja virtual.

Zica Assis

Antes de criar o Instituto Beleza Natural, essa guerreira já foi babá, faxineira e empregada doméstica. Insatisfeita com os produtos disponíveis no mercado para cabelos cacheados, após terminar um curso de cabeleireira, começou a testar e criar produtos especialmente para tratar os cachos.

zica assis

 

Com o sucesso das fórmulas, ela viu a oportunidade e abriu seu primeiro salão, com mais três sócios. Hoje, ela possui diversas filiais e produtos dedicados a cuidar dos cabelos crespos.

Desafios para quem deseja empreender

As mulheres no Brasil têm mais tempo de estudo que os homens, além de se capacitarem mais com cursos e seminários. Contudo, é preciso vencer as barreiras do preconceito e não ter medo de assumir riscos e ocupar as posições de comando. Se uma ideia parece boa, ela deve ser tentada e respeitada de acordo com seus méritos, independentemente do gênero.

 

Outro fator, é que muitas empreendedoras também são mães e precisam cuidar da casa. Logo, é preciso foco, determinação e coragem para aliar tarefas, persistir e quebrar algumas ideias, que são propagadas como regras há muitos anos. O importante é se sentir realizada e não se abater por críticas.

 

Apesar de o cenário ainda ser hostil, o empreendedorismo feminino têm mostrado um bom crescimento. São muitas mulheres preparadas, organizadas e dispostas a manterem suas empresas em funcionamento. É preciso acreditar e seguir em frente, sem medo dos desafios e dos percalços que podem aparecer.

 

Se você tem uma história inspiradora ou quer compartilhar suas opiniões, deixe um comentário no post, estamos ansiosas pelo seu contato!


Meninas

Ei Meninas!
Sejam bem vindas ao seu blog preferido sobre o universo feminino. Em breve irei postar alguns artigos sobre moda, empreendedorismo e tudo relativo ao mundo de negócios mas sobre um olhar super ferminino!

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Um Beijo,
Gabi.